Tuesday, September 18, 2007

david byrne on johnson’s glass house

ótima dica diretamente da barriga de um arquitecto:

a descrição que David Byrne fez em seu blog sobre uma visita a Glass House de Phillip Johnson. Além do olhar detalhado (Byrne estudou aquitetura se não me engano), o cérebro dos talking heads faz algumas perguntas curiosas como:

para viver nessa casa sem os pavilhões adicionais, só mesmo um monge!!!

as vezes acho que o melhor do modernismo estava mais ou menos por ai: em uma vida mais simples com menos gavetas e armários, mais panos de vidro para ver e ser visto.

vale a pena ler o post inteiro aqui.

4 comments:

marilia said...

Olá Fernando....
ao ler o blog do idelber, vi a foto com blogueiros que já 'conheço' de vista e de mineirão!
Ana, Ana Leticia e Idelber...
Vi vc, a anaa me falou super bem de seu blog, e disse que eu iria gosta de visitá-lo no que ela estava coberta de razão!
então deixo aqui minhas saudações atleticanas, e se quiser aparecer no meu blog, experimente conhecer um outro, que está linkado ao lado e que se chama "Varal de ideias".
Acho que vc vai se dar muito bem com o Eduardo!
Um abraço!
PS: otimoas dicas e bons posts,mesmo pra quem é leigo...rsss

Alberto said...

O cara gosta do Tom Zé. Como vai gostar da Glass House?

Fernando L Lara said...

Alberto meu caro,
eu gosto tanto do Tom Ze quanto da Glass House. Alias se tiver de escolher eu acho que gosto mais ate do Tom Ze. Fale mais sobre isso...

Alberto said...

Bom, Fernado, vamos lá.

Não morro de amores pela Glass House. Acho supervalorizada, possivelmente apenas por ser made in usa. A linguagem criada por Mies deu emprego a muita gente, sabemos, mas nunca ninguém chegou perto de sua qualidade.

Tom Zé, bem, o que dizer. Surdo musicalmente, é incapaz de criar uma frase melódica memorável. Nulidade musical comparada ao axé. Mas, oh tempos, é um mundo onde o esquisito passa bonito, ou bacana. No caso e só esquisito. E chato, o crime maior.
Sua cretinice política nem me incomoda, na verdade, sua aproximação aos movimentos como o MST apenas evindenciam o que eu sempre achei dele: segue seguro na contramão da civilização.